
Após
retomar o comando da pasta do Trabalho com a indicação de Manoel Dias, o
ex-ministro Carlos Lupi foi eleito ontem para mais um mandato à frente
da presidência da PDT. A reconciliação com a presidente Dilma Rousseff,
porém, não é definitiva e o ex-ministro não descarta um nome próprio do
partido na disputa em 2014 ou um apoio ao governador de Pernambuco,
Eduardo Campos (PSB), visto por ele como uma alternativa à esquerda no
cenário político.“A candidatura própria mobiliza muito a militância, e nós temos claro que jamais podemos apoiar qualquer movimento à direita do governo atual. Nós temos uma aliança hoje, vamos discutir com os Estados, e o diretório nacional vai decidir entre uma candidatura própria ou o apoio à presidente Dilma ou ao governador Eduardo Campos, que pode representar uma alternativa à esquerda”, disse Lupi ao Estado. A eleição de Lupi foi por aclamação. Brizola Neto, demitido na semana passada para dar lugar a Manoel Dias, desistiu de enfrentá-lo e nem sequer compareceu à convenção, realizada em Luziânia (GO). No cargo desde 2004, Lupi diz que os adversários dentro do PDT serão tratados com “amor” e prometeu fazer um amplo debate sobre o caminho do partido para a próxima eleição presidencial.(De O Estado de S. Paulo)
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