Das pessoas mais próximas a Eduardo Campos, enquanto secretário da Casa Civil que foi da gestão socialista, e, alguém que chegou a ter o nome sugerido pelo ex-governador para sua sucessão, Tadeu Alencar registra que, durante a gestão Dilma Rousseff, “o PSB nunca esteve no centro do governo”.
Ele define o papel, antes exercido por socialistas na administração federal, como “lateral estratégico”. E despeja: “Nunca fomos chamados a dialogar. Pelo contrário, Fernando Bezerra Coelho foi triturado no Congresso Nacional e a presidente Dilma passou 15 dias sem dar um telefonema para ninguém em Pernambuco”.
Ele condena a “base de suporte” dela: “Sempre foram os setores mais conservadores – Renan Calheiros, Fernando Collor, Eduardo Cunha, Paulo Maluf”. E insiste: “Estávamos seguindo em linha auxiliar ao PT”. Difere o tempo da era Lula: “Votamos em Lula. Estivemos junto no impeachment”. No 2º turno, “é preciso se posicionar”. E afiança: “Eduardo jamais ficaria em cima do muro”.
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