
A Câmara
dos Deputados deu início esta semana às atividades de um "laboratório
hacker" permanente, destinado a desenvolver projetos que "aumentem a
interação entre a sociedade e o parlamento no ambiente digital", cujo
objetivo principal é criar um "novo modelo de democracia participativa".
De acordo com a Agência Câmara, órgão de notícias oficial da Câmara dos Deputados, o laboratório foi inaugurado ontem (8) com uma reunião da qual participaram programadores e servidores do Poder Legislativo. “O laboratório dá continuidade à experiência do Hackathon, concurso de aplicativos realizado pela Câmara Federal no final do ano passado, que reuniu projetos voltados para uma maior transparência legislativa e um maior conhecimento do trabalho parlamentar”, informou.
O programador André Soares, presente à reunião, disse que o laboratório hacker deve ser um espaço de experimentação constante, não apenas para a sociedade fiscalizar os deputados, mas acompanhar e interagir com os seus representantes.
O coordenador do espaço, Cristiano Ferri, ressaltou que há três principais desafios para a iniciativa: auxiliar na gestão do e-democracia (espaço digital da Câmara dos Deputados onde os cidadãos participam de debates), desenvolver inteligência em relação às redes sociais do Congresso Nacional para entender como os brasileiros compreendem o processo legislativo e gerir o espaço hacker, criando novas plataformas de interação com maior transparência.
De acordo com a Agência Câmara, órgão de notícias oficial da Câmara dos Deputados, o laboratório foi inaugurado ontem (8) com uma reunião da qual participaram programadores e servidores do Poder Legislativo. “O laboratório dá continuidade à experiência do Hackathon, concurso de aplicativos realizado pela Câmara Federal no final do ano passado, que reuniu projetos voltados para uma maior transparência legislativa e um maior conhecimento do trabalho parlamentar”, informou.
O programador André Soares, presente à reunião, disse que o laboratório hacker deve ser um espaço de experimentação constante, não apenas para a sociedade fiscalizar os deputados, mas acompanhar e interagir com os seus representantes.
O coordenador do espaço, Cristiano Ferri, ressaltou que há três principais desafios para a iniciativa: auxiliar na gestão do e-democracia (espaço digital da Câmara dos Deputados onde os cidadãos participam de debates), desenvolver inteligência em relação às redes sociais do Congresso Nacional para entender como os brasileiros compreendem o processo legislativo e gerir o espaço hacker, criando novas plataformas de interação com maior transparência.
Fonte: Valor.
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